{"home_page_url":"https:\/\/www.sudoesteautomacoes.com.br\/Blog","title":"Blog | Sudoeste Automações em Pesagens e Dosagens Agroindustriais","items":[{"id":"69fcfc4527ebf318377824","title":"Os planos da JBS para a suinocultura em 2024","url":"https:\/\/www.sudoesteautomacoes.com.br\/Blog\/Geral\/Os_planos_da_JBS_para_a_suinocultura_em_2024","content_html":"<i><strong class=\"btk\">Companhia está investindo R$ 570 milhões em três novas fábricas de ração para impulsionar o crescimento da Seara.<\/strong><\/i><br\/> <br\/>Com visão estratégica, a JBS visa fortalecer ainda mais sua posição como uma referência na suinocultura, apostando na diversificação de mercado, qualidade e inovação como elementos-chave para o sucesso em 2024. O compromisso com a excelência e o planejamento de médio e longo prazo são aspectos que evidenciam a solidez da companhia como uma das líderes do setor no Brasil.<br\/>Segunda maior produtora de carne suína brasileira e uma das principais indústrias de alimentos do mundo, a JBS tem capacidade para processar mais de 115 mil suínos\/dia nas unidades de negócio da Seara, uma das marcas do portfólio da companhia, que ainda conta com a produção de carne suína e produtos derivados em unidades da JBS USA Pork, nos Estados Unidos, e da JBS USA Beef, que detém a marca Primo Smallgoods – líder em produtos processados, como presunto, salsicha e bacon.<br\/> <br\/>Diretor executivo comercial in natura da Seara, Fábio Soares: \"Acredito que a eficiência interna é o que torna os nossos produtos cada vez mais competitivos e aderentes ao mercado” – Fotos: Divulgação\/Seara<br\/>Em entrevista ao Jornal O Presente Rural, o diretor executivo comercial in natura da Seara, Fábio Soares, revela as principais metas e objetivos da empresa na área da suinocultura para o ano de 2024, destacando a estratégia de diversificação de mercado a fim de buscar novas oportunidades e expandir sua presença global na suinocultura, alinhada com as tendências de mercado e as preferências dos consumidores. \"Por meio da qualidade e inovação dos nossos produtos e serviços é que conseguiremos atrair e fidelizar cada vez mais consumidores”, afirma o executivo, enfatizando: \"Os nossos planos estratégicos são traçados a médio e longo prazo, o que contribui para que não sejamos pegos de surpresa com as mudanças no mercado. Contamos com uma área técnica extremamente capacitada, com todo suporte técnico necessário para qualquer mudança que possa acontecer”.<br\/><br\/>A conquista do Brasil de novas habilitações, como dos Estados Unidos, Canadá e México, recentemente, tem ajudado as empresas do setor a abrirem novas fronteiras. \"Assim como tem contribuído para liquidar o volume de carne suína produzida pelas mais de 3,5 mil famílias integradas, que também prezam pelo bem-estar animal e pela excelência e qualidade em cada passo do processo, tendo indicadores diferenciados”, destaca Soares.<br\/>No que diz respeito às tecnologias de ponta incorporadas às operações da suinocultura, Soares destaca o compromisso contínuo da Seara em aprimorar a qualidade de seus produtos. \"Vamos seguir investindo em linhas específicas para cada mercado, com produtos temperados e diferentes fracionamentos, com atualizações de mix para seguir atendendo os consumidores com eficiência, constância e qualidade”, ressalta.<br\/><br\/><strong class=\"btk\">Crescimento de 1,5% no consumo de carne suína<\/strong><br\/>Com expectativa de aumento de 1% na produção de carne suína e de estabilidade no consumo per capita, com cerca de 18 quilos por habitante, o executivo reforça a solidez da companhia no mercado em 2024. \"Diante desta projeção, acredito que vamos seguir crescendo com a proteína suína, tanto no mercado interno como no externo, contudo, no mercado internacional devemos ter manutenção do balanço de oferta e demanda a nível global”, frisa.<br\/><br\/><strong class=\"btk\">Elemento-chave de competitividade<\/strong><br\/>O diretor executivo destaca que a competitividade da Seara é sustentada pela constante busca pela eficiência na agropecuária e na indústria, setores formadores dos custos dos produtos da marca. \"Acredito que a eficiência interna é o que torna os nossos produtos cada vez mais competitivos e aderentes ao mercado. Isso, sem dúvida alguma, sempre primando por qualidade, com respeito às regras de bem-estar animal, compromissos e normas regulatórias, com a adoção das melhores práticas em nossos serviços”, enaltece.<br\/>O executivo ainda reforça que a Seara está consolidando os investimentos feitos nos últimos anos, os quais serão efetivamente implementados ao longo do ano de 2024.<br\/><br\/><strong class=\"btk\">Sustentabilidade do negócio<\/strong><br\/>Em relação às estratégias da Seara para assegurar a sustentabilidade e a responsabilidade social em suas operações na suinocultura em 2024, Soares destaca que a base fundamental reside na produtividade, eficiência e no respeito aos colaboradores e parceiros. \"Estes princípios são essenciais para garantir a sustentabilidade e cumprir com toda a responsabilidade social dentro do contexto em que atuamos”, exalta.<br\/>Para assegurar a qualidade e a segurança alimentar em sua produção de carne suína, a Seara mantém rigorosos padrões. \"Na Seara, a qualidade é um dos alicerces fundamentais. Ela é uma premissa desde o início até o término de cada processo, refletindo o compromisso que assumimos. Nosso time está constantemente sendo capacitado para serem executores e guardiões da nossa qualidade”, evidencia.<br\/>Entre os maiores produtores e exportadores globais de proteína animal, a suinocultura brasileira é referência no mundo. Por isso, Soares frisa que é fundamental que o Brasil siga investindo em conscientização e barreiras de cuidado sanitário do rebanho, que é um ponto de muita atenção, para seguir expandindo neste setor que é tão importante para a economia brasileira. \"Aqui na Seara seguiremos empenhados para garantir as melhores práticas de produção e entregar aos nossos parceiros e clientes muita qualidade e inovação”, pontua Soares.<br\/><br\/><strong class=\"btk\">55% das granjas integradas já utilizam energia solar<\/strong><br\/>Cerca de 55% das granjas de suínos de produtores integrados da Seara já fazem uso de energia solar em suas instalações. O resultado é ainda mais representativo quando consideradas apenas as granjas produtoras de aves, em que a utilização atingiu 60% no final de 2023. \"O custo da energia elétrica participa de maneira impactante no processo de produção da integração, sendo importante a busca de alternativas para reduzi-lo. A tecnologia fotovoltaica é uma opção que agrega competitividade à atividade, atribuindo redução de custo e aumento de margens dos produtores”, assegura o diretor-executivo de Agropecuária da Seara, José Antônio Ribas.<br\/>De acordo com o gerente-executivo de Agropecuária da Seara, Vamiré Luiz Sens Júnior, o aumento de fornecedores, a maior disponibilidade e domínio da tecnologia fotovoltaica no mercado, somados a um incremento anual do custo da energia elétrica nas concessionárias, muitas vezes, incentivado por crises de escassez hídrica, as linhas de créditos ‘verdes’ que possuem taxas de juros mais atrativas representam um investimento que se mostra cada vez mais competitivo. \"A iniciativa tende a se pagar em até três anos, permitindo que o que antes entrava apenas na linha de custo, passa a ser incorporado como margem pelo produtor. Então, é uma solução que além de ser mais sustentável, também é bastante interessante economicamente para o negócio dos integrados”, aponta Vamiré.<br\/><br\/><strong class=\"btk\">Três novas fábricas de ração<\/strong><br\/>Com mais de 40 fábricas de ração em operação nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste do país, a JBS está investindo R$ 570 milhões em três novas fábricas de ração para impulsionar o crescimento da Seara. As unidades estão localizadas nas cidades de Seberi (RS), Santo Inácio (PR) e Itaiópolis (SC), todas na região Sul do país. Os investimentos têm como foco adequar o fornecimento de insumos à atual capacidade produtiva da empresa, que teve importante ampliação nos últimos anos, como resultado do plano de investimentos executado pela companhia.<br\/>Ao todo, as unidades representam um incremento superior a um milhão de toneladas\/ano na produção de ração da Seara. Além de fortalecer a capacidade produtiva da empresa nos segmentos de aves e suínos, mais de 300 postos de trabalho serão criados com o início das atividades das fábricas. \"As novas fábricas são equipadas com o que há de mais moderno em automação e dispõem da mais alta tecnologia para a produção dos insumos. Esses investimentos demonstram nosso esforço contínuo para ampliação da nossa capacidade de produção”, afirma o CEO da Seara, João Campos.<br\/>","date_published":"2024-08-02T22:35:00.000000+00:00","image":"https:\/\/t6.al\/1TI0.webp"},{"id":"69fcfc45288c8899086310","title":"Sustentabilidade e inovação impulsionam avicultura nacional","url":"https:\/\/www.sudoesteautomacoes.com.br\/Blog\/Geral\/Sustentabilidade_e_inovação_impulsionam_avicultura_nacional","content_html":"<i><strong class=\"btk\">Protagonista no mercado avícola mundial, o Brasil demonstra que se adapta com certa velocidade às novas tendências tecnológicas para manter sua competitividade nos custos de produção, bem como para atender as exigências de mercados consumidores.<\/strong><\/i><br\/> <br\/><br\/>Realizada a cada dois anos na Alemanha, a Eurotier apresentou o que a de mais atual em tecnologias e inovações em equipamentos e serviços voltados para as cadeias produtivas de origem animal.<br\/>Para Murilo Piva, diretor para América do Sul na Olmix, a edição 2022 demostrou que as tendências apresentadas nas edições anteriores se tornaram realidade na produção animal, destacando o desenvolvimento tecnológico dos aditivos naturais, as soluções inovadoras nas áreas de sustentabilidade, automação e adoção de inteligência artificial para aprimorar toda a cadeia.<br\/>\"Isso nos mostra que a pecuária moderna está evoluindo na eficiência produtiva dentro dos preceitos de proteção ambiental e bem-estar animal”, exaltou, ampliando: \"O dinamismo da avicultura brasileira sempre permitiu a aplicação de novas tecnologias. No passado isto se dava de maneira mais lenta, porém vivenciamos uma era em que a velocidade de implementação de novas tecnologias nunca foi tão rápida”.<br\/>Protagonista no mercado avícola mundial, o Brasil demonstra que se adapta com certa velocidade às novas tendências tecnológicas para manter sua competitividade nos custos de produção, bem como para atender as exigências de mercados consumidores.<br\/><br\/>No que diz respeito às medidas profiláticas tomadas para evitar a disseminação e contaminação de agentes infecciosos nas unidades produtoras, Piva ressalta que há muita discussão em torno deste tema, entretanto é consenso tanto na Europa como no Brasil a adoção massiva e conjunta das medidas de biosseguridade em todas as etapas da cadeia produtiva.<br\/><br\/>\"Na Eurotier ficou evidente que após o advento da pandemia de Covid-19 o mundo precisa investir na comunicação e em ações conjuntas em torno da saúde única, que engloba a saúde animal, humana e ambiental. A edição 2022 da Eurotier reuniu empresas que estão na vanguarda do desenvolvimento de sistemas de inteligência artificial para monitoramento das granjas avícolas, componente importante do programa de sanidade animal”, enaltece.<br\/>Ao avaliar a participação da Olmix na Eurotier 2022, Piva enfatizou a oportunidade que a companhia teve ao encontrar com congressistas do mundo todo, fator que gerou um ambiente favorável para o intercâmbio de informações e networking.<br\/> <br\/> <br\/>","date_published":"2024-08-01T22:34:00.000000+00:00","image":"https:\/\/t6.al\/1THW.webp"},{"id":"69fcfc4528ac3794324536","title":"Automação e benefícios dos processos produtivos em granjas de matrizes de frango de corte","url":"https:\/\/www.sudoesteautomacoes.com.br\/Blog\/Geral\/Automação_e_benefícios_dos_processos_produtivos_em_granjas_de_matrizes_de_frango_de_corte","content_html":"<i><strong class=\"btk\">Tomadas de decisões e\/ou investimentos se tornam muito importante para a viabilidade e sustentabilidade do negócio<\/strong><\/i><br\/> <br\/><br\/><i>Artigo escrito por Eduardo Andre Fronza, consultor técnico comercial de Aves na Agroceres Multimix<\/i>Em 50 anos, a população mundial exigirá 100% mais alimentos, e 70% desses alimentos deverão vir da adoção de tecnologias. O uso da tecnologia na avicultura é um caminho sem volta. A indústria avícola busca, continuadamente, vantagens competitivas em relação aos concorrentes, pois a perenidade da empresa não está mais, exclusivamente, na operação \"produção X venda”, e, sim, nas melhorias contínuas nos indicadores de desempenho da atividade, buscando qualidade e segurança nos produtos. Estes serão fatores decisivos para a sobrevivência e perenidade da empresa.<br\/>Até pouco tempo atrás, creditava-se que o baixo custo de produção estava ligado, principalmente, ao baixo custo de mão de obra e reduzido nível tecnológico das granjas (que era \"compensado” pela disponibilidade de mão de obra) até então empregadas no Brasil.<br\/> <br\/> <br\/> <br\/>É fato – e de conhecimento geral – que as casas genéticas sempre se utilizam dos mais modernos meios e tecnologias disponíveis no mercado em suas pesquisas de desenvolvimento, o que nos direciona a crer que: para usufruirmos do potencial genético destas aves, teremos de implantar essas tecnologias e automações em nossas granjas criatórias.<br\/><br\/>Evidencia-se também a evolução dos indicadores de desempenho na área de reprodução dessas aves, em um maior número de ovos e melhor eclosão e, consequentemente maior número de pintos em cada ciclo de produção dessas casas genéticas presentes atualmente na atividade e, que é claro, continuará a acontecer devido à crescente demanda por alimentos no mundo. Em contrapartida, as instalações brasileiras encontram-se num nível intermediário abaixo, o que nos leva a questionar: teremos condições de usufruir e nos beneficiar de todo o potencial que estas aves possuem em sua genética? Nos manteremos competitivos?<br\/><br\/>Assim, as tomadas de decisões e\/ou investimentos se tornam muito importante para a viabilidade e sustentabilidade do negócio, que apresenta um ciclo longo (em torno de ano e meio); risco sanitário da atividade; mão de obra e retorno do capital investido.<br\/>Desafios de custos de produção, resultados zootécnicos, disponibilidade e qualidade da mão de obra, bem como a biosseguridade nos direcionam à necessidade de emprego tecnológico.<br\/><br\/>A tendência aponta para complexos produtivos maiores, os quais farão uso de maior tecnologia, menor mão de obra e entrega de um produto acabado de maior qualidade a um custo baixo de produção. Essa mudança está acontecendo à medida em que os processos automatizados comprovam um melhor resultado, diante da maior padronização do produto acabado. É necessário também que os produtores se profissionalizem e busquem uma gestão mais apurada do negócio, através de maior controle de custos de produtividade, acompanhem as tecnologias e investimentos, o que lhes garantirá competitividade. Dessa forma, quem produz mais e melhor terá c mais chances de se posicionar no mercado cada vez mais competitivo.<br\/><br\/>O uso da tecnologia e automação na criação de reprodutoras nos aponta o quanto essa evolução vem sendo importante para a busca de melhores padrões sanitários, além da melhoria dos indicadores zootécnicos, como: uniformidade, viabilidade, produtividade e aproveitamento, bem como dos indicadores econômicos de redução de custos, mão de obra e lucratividade.<br\/><br\/>Alguns exemplos atuais do uso da tecnologia na criação de matrizes reprodutoras, em que buscamos o melhor padrão sanitário, melhoria dos indicadores zootécnicos (viabilidade, uniformidade, produção e aproveitamento) e econômicos (redução de custos, mão de obra e lucratividade).<br\/><br\/>A automação reduz, substancialmente, a mão de obra na granja, mas em algumas situações perde-se em produtividade, até que ocorra o conhecimento sobre o manejo correto da automação, principalmente em ninhos comunitários e climatização.<br\/>Nas granjas de matrizes pesadas, existem algumas áreas principais em maior desenvolvimento e implantação da automação, como a área de alimentação, ninhos mecânicos, climatização e a balança seletora de aves.<br\/><br\/><strong class=\"btk\">Alimentação das aves<\/strong><br\/>A alimentação das aves – a exemplo da Europa – segue a utilização por calha corrente como método preferido, mas agora, há a possibilidade de se elevar a linha de calha, que como benefícios em dietas com raçoes peletizadas e trituradas, podemos citar:<br\/> <br\/> <br\/><ul class=\"bwm bwn\"><li class=\"zo\" data-onmouseover=\"{&#34;removeClass&#34;:{&#34;classes&#34;:[&#34;dqt&#34;],&#34;target&#34;:&#34;^.dqt&#34;},&#34;addClass&#34;:{&#34;classes&#34;:[&#34;dqt&#34;],&#34;target&#34;:&#34;!&#34;}}\">A uniformidade do consumo de ração, pois como o abastecimento do sistema de comedouro se dá com o equipamento suspenso, o acesso à alimentação de todas as aves ocorre ao mesmo tempo, quando se baixa o comedouro. O maior benefício é a uniformidade das aves e boa produção de ovos;<\/li><li class=\"zo\" data-onmouseover=\"{&#34;removeClass&#34;:{&#34;classes&#34;:[&#34;dqt&#34;],&#34;target&#34;:&#34;^.dqt&#34;},&#34;addClass&#34;:{&#34;classes&#34;:[&#34;dqt&#34;],&#34;target&#34;:&#34;!&#34;}}\">Um ambiente com maior liberdade, livre de obstáculos, para que a ave se locomova por todos os pontos do aviário, sem precisar ficar pulando pelas calhas, principalmente na hora de se deslocar para o ninho e bebedouros;<\/li><li class=\"zo\" data-onmouseover=\"{&#34;removeClass&#34;:{&#34;classes&#34;:[&#34;dqt&#34;],&#34;target&#34;:&#34;^.dqt&#34;},&#34;addClass&#34;:{&#34;classes&#34;:[&#34;dqt&#34;],&#34;target&#34;:&#34;!&#34;}}\">Maior fertilidade do lote devido à liberdade de locomoção, o que melhora a demarcação territorial por parte dos machos, aumentando assim o número de cópulas ao longo do dia;<\/li><li class=\"zo\" data-onmouseover=\"{&#34;removeClass&#34;:{&#34;classes&#34;:[&#34;dqt&#34;],&#34;target&#34;:&#34;^.dqt&#34;},&#34;addClass&#34;:{&#34;classes&#34;:[&#34;dqt&#34;],&#34;target&#34;:&#34;!&#34;}}\">Melhoria da qualidade de cama, que com a suspensão de calhas permite o uso de revolvedores de cama em toda a área útil, o que agiliza o processo e melhora sua eficiência e;<\/li><li class=\"zo\" data-onmouseover=\"{&#34;removeClass&#34;:{&#34;classes&#34;:[&#34;dqt&#34;],&#34;target&#34;:&#34;^.dqt&#34;},&#34;addClass&#34;:{&#34;classes&#34;:[&#34;dqt&#34;],&#34;target&#34;:&#34;!&#34;}}\">Redução de ovos de cama em até 2%, com a melhoria da qualidade dos ovos férteis devido ao livre caminho da ave até o ninho.<br\/> <br\/> <\/li><\/ul><strong class=\"btk\">Ninhos mecânicos<\/strong><br\/>A coleta dos ovos sempre foi responsável pela maior parcela da mão de obra necessária dentro de uma granja, com a implantação do ninho mecânico, se permitiu a redução entre 30 a 40% desse efetivo.<br\/><br\/>Atualmente, pouco mais de 50% das granjas possuem essa automação que reduz entre 60 a 70% o tempo de coleta em relação ao ninho manual, permitindo assim que o funcionário dedique mais tempo ao manejo com as aves, com a qualidade de cama, a classificação e manejo dos ovos férteis, resultando em aproveitamento e eclosões melhores.<br\/><br\/>Em contrapartida, a instalação de ninhos mecânicos nas granjas requer um elevado investimento inicial quando comparado com os ninhos manuais, entretanto esse maior investimento é rapidamente compensado pelo avicultor, em função, principalmente, da redução de mão de obra. Um ponto muito vantajoso é que o ninho mecânico permite realizar várias coletas de ovos ao dia, melhorando assim a qualidade microbiológica d e reduzindo o número de ovos trincados. O ninho comunitário tem ganho a preferência na automação, em nível mundial, porque permite aumentar a densidade de fêmeas por metro quadrado.<br\/>Um ponto a ser citado como desvantagem para o ninho mecânico é a possibilidade de obtenção de maior percentual de ovos de cama ou de <i>slats<\/i>.<br\/><br\/><strong class=\"btk\">Climatização de aviários<\/strong><br\/>Os aviários climatizados surgiram no mundo em 1990, de uma forma mais industrial. No Brasil, a climatização de galpões começou nos anos 2000.  Atualmente, cerca de 30% dos galpões são desse modelo.<br\/><br\/>Tendo o Brasil o clima temperado, onde a amplitude térmica em muitos momentos escapa da zona de conforto térmico das aves, essa tecnologia consegue minimizar os efeitos nocivos da variação climática que enfrentamos, especialmente em algumas regiões onde ocorre o extremo frio ou calor, permitindo que se mantenha uma faixa de temperatura mais estável e perto da temperatura de conforto ideal das aves. Essa melhor ambiência influencia diretamente a produção, eclosão e até mesmo a viabilidade dos lotes de matrizes. Ainda, outro ponto de importância a citar é o ganho em biosseguridade, pois devido ao aviário climatizado ser mais bem vedado, possui maior segurança, evitando a entrada de pássaros, roedores e até mesmo patógenos transportados pelo ar, diminuindo assim consideravelmente os riscos de doenças as aves alojadas.<br\/><br\/>O sistema de ventilação atual é baseado na criação de uma pressão negativa, sendo de suma importância que os galpões estejam bem vedados.<br\/><br\/>As vantagens da utilização do sistema de ventilação são enormes e nos permitem também ter uma maior densidade de aves por metro quadrado, o que auxilia na viabilização dos altos custos de investimento.<br\/><br\/>O sistema de climatização de aviários trouxe grandes benefícios para a avicultura brasileira, mas ainda apresenta custo alto e <i>payback<\/i> elevado.<br\/>Muitas vezes, os sistemas de ventilação modernos não nos trazem uma melhoria imediata dos resultados técnicos, quando comparado com o sistema anterior de galpão aberto.<br\/><br\/>A razão, geralmente, é a falta de experiência no manejo dos controles eletrônicos, induzindo a um esfriamento ou aquecimento das aves.<br\/><br\/><strong class=\"btk\">Balança seletora de aves<\/strong><br\/>Com a balança seletora de aves, permite-se classificar as aves de acordo com a categoria de peso, obtendo uma maior precisão, no momento que realizamos a seleção de 100% dos lotes de matrizes. Além da eficiência, conseguimos reduzir significativamente a mão de obra entre 20 e 30%, de acordo com as condições de alojamento e estrutura da granja.<br\/><br\/>Outro benefício da máquina é a obtenção automática ao final do processo de indicadores, como: PM, uniformidade e coeficiente de variação, números estes que precisaríamos calcular manualmente ao final da tarefa.<br\/><br\/>O uso da balança seletora automática de aves nos permite reduzir as falhas da ação humana, nos proporcionando lotes com maior uniformidade, melhor viabilidade e lotes com maior potencial de expressar sua aptidão genética, além de ser um investimento com <i>payback<\/i> relativamente curto. Estima-se o retorno do investimento em menos de 2 anos.<br\/><br\/><strong class=\"btk\">Conclusões<\/strong><br\/>Com a atual demanda de carne de frango, e as previsões futuras do crescimento ainda maior na produção desta proteína, certamente  nos depararemos  com a dificuldade de obtenção de mão de obra especializada que, em conjunto com a maior competitividade e aumento dos padrões de exigência do consumidor, nos direcionam para o caminho da produção com o uso de maior tecnologia e entrega de um produto acabado de maior qualidade a um custo baixo de produção, à medida em que os processos automatizados comprovam um melhor resultado, diante da maior padronização do produto acabado, refletindo na perenidade do negócio.<br\/><br\/>A utilização de automações ainda sofre com a onerosidade de implantação, mas acredita-se ainda que, com a difusão do uso dos mesmos, a fabricação em maior escala desses equipamentos e ainda, aliado à concorrência gerada entre os próprios fabricantes, venham a se tornar, financeiramente, mais viáveis e com um retorno mais rápido do investimento.<br\/> <br\/> <br\/>","date_published":"2024-07-29T20:14:00.000000+00:00","image":"https:\/\/t6.al\/1TI1.webp"},{"id":"69fcfc4528c8c533638842","title":"JBS quer comprar maior produtora de ovos na América do Sul","url":"https:\/\/www.sudoesteautomacoes.com.br\/Blog\/Geral\/JBS_quer_comprar_maior_produtora_de_ovos_na_América_do_Sul","content_html":"<i><strong class=\"btk\">A possível aquisição representa um movimento estratégico para a JBS, que busca expandir suas operações para além do processamento de carnes, incluindo a entrada no mercado de ovos; confira <\/strong><\/i><br\/> <br\/>Neste domingo, 14, o blog do jornalista Lauro Jardim, no O Globo, trouxe informações sobre as negociações em andamento entre a JBS (JBSS3), gigante do processamento de carnes bovina, suína, ovina e de frango, e a Mantiqueira, a maior produtora de ovos da América do Sul, que produz mais de 3 bilhões de ovos por ano e fatura R$ 2 bilhões. De acordo com as fontes do blog, a JBS está em fase avançada de negociações para adquirir a Mantiqueira. O fundador e CEO da Mantiqueira, Leandro Pinto, se manterá como sócio da empresa mesmo após a possível transação.<br\/> <br\/>Até o momento, a JBS não emitiu uma declaração oficial sobre a notícia. A possível aquisição representa um movimento estratégico para a firma, que busca expandir suas operações para além do processamento de carnes, incluindo a entrada no mercado de ovos. A Mantiqueira, que teve início no final dos anos 80 em Itanhandu (MG) com apenas 30 mil galinhas, se tornou um divisor de águas na avicultura brasileira. Com uma trajetória marcada pela inovação e crescimento, a empresa se destacou ao trazer a automação da produção de ovos para o Brasil, tornando-se a primeira granja automatizada do país.<br\/> <br\/>Carlos Cunha, ex-dono de uma rede de supermercados no Rio de Janeiro, tornou-se sócio da Mantiqueira em 2000, impulsionando o crescimento da empresa e a abertura de novos mercados. A expansão continuou em 2008, com a construção da maior unidade da empresa em Primavera do Leste, no Mato Grosso, abrigando 6 milhões de galinhas. Além da produção de ovos, a empresa diversificou suas operações, incluindo agricultura, pecuária, armazenagem e a produção do condicionador de solos Solobom. Atualmente, o grupo conta com 2.300 colaboradores e utiliza tecnologia de ponta para garantir a qualidade e limpeza dos ovos, que são manuseados de forma automatizada desde o momento em que são postos pela galinha até chegarem aos mercados.<br\/><br\/>A Mantiqueira é responsável pela maior produção de ovos da América do Sul, com 11,5 milhões de galinhas distribuídas em suas quatro unidades, duas em Minas Gerais, uma no Mato Grosso e uma no Rio de Janeiro, onde são produzidos os Happy Eggs®, ovos de galinhas criadas em sistemas livres de gaiolas. Se concretizada, a aquisição pela JBS marcará não apenas a entrada da empresa no mercado de ovos, mas também consolidará sua posição como uma gigante tanto na avicultura quanto na pecuária de corte, ampliando sua presença em diversos segmentos do agronegócio brasileiro.<br\/> <br\/>","date_published":"2024-07-29T20:11:00.000000+00:00","image":"https:\/\/t6.al\/1THZ.webp"},{"id":"69fcfc4528e52931911131","title":"A Internet das Coisas chega à avicultura","url":"https:\/\/www.sudoesteautomacoes.com.br\/Blog\/Geral\/A_Internet_das_Coisas_chega_à_avicultura","content_html":"As inúmeras variáveis envolvidas na produção de um aviário eram, tempos atrás, razão para a contratação de várias pessoas, o que, além de elevar custos, não representava uma garantia de bons resultados quanto ao desenvolvimento das aves ou produção de ovos. A busca por ganho de produtividade somada à sua participação no agronegócio brasileiro e pelo perfil exportador faz o segmento aderir cada vez mais à automação, com o uso de dispositivos inteligentes, a chamada Internet das Coisas, ou IoT <i>(Internet of Things).<\/i><br\/><br\/>\"Há diversas soluções no mercado que possibilitam que tudo em um aviário seja gerido de forma precisa e até mesmo a distância”, diz Ubiratan Resende, diretor geral da VIA Technologies no Brasil. \"Os sistemas garantem que a ração esteja disponível em tempo integral, que iluminação e temperatura estejam adequadas nos ambientes e mesmo à manipulação e desinfecção seja mais eficiente. A Internet das Coisas está muito disseminada na avicultura. Quem não aderir, está fadado e deixar o mercado”, afirma.<br\/><br\/>Segundo o executivo, os sistemas IoT são totalmente customizáveis. \"As soluções se adequam a qualquer tipo de negócio. Há sensores e dispositivos que realizam as mais diversas funções quando conectados a uma gateway”, diz referindo-se a um computador que interliga todos os sistemas. \"O que o criador deve estar atento é se a gateway é compatível com os dispositivos que atenderão às suas necessidades”, observa.<br\/><br\/>A tecnologia facilita a gestão do empreendimento, elevando sua eficiência e produtividade. A pesagem dos plantéis é um exemplo. Normalmente, a atividade, que deve ser realizada semanalmente, mobiliza sempre mais de uma pessoa, além de um veterinário. Com a automação, pode-se conectar uma balança a gateway e conhecer, em tempo real, o peso do grupo de aves.<br\/><br\/>Os dispositivos permitem que o gestor conheça, pelo celular ou computador, as condições de iluminação e temperatura do criadouro, mesmo estando em outro país. \"As adequações também podem ser feitas remotamente. E, quando ocorre alguma anormalidade, os sistemas emitem alertas aos gestores”, diz resende.<br\/><br\/>A temperatura é um dos fatores que mais afeta as aves e, embora sejam animais de sangue quente, não produzem calor nos primeiros 21 dias. \"Qualquer falha no sistema de aquecimento pode significar a perda dos animais. Já quando mais velhos, os animais acabam por consumir energia para manter a temperatura corporal. Mantê-los aquecidos, portanto, acaba por acelerar o ganho de peso”, explica.<br\/><br\/>Resende destaca o VIA Artigo 630 como gateway adequado ao uso na avicultura. Projetada para operar em ambientes hostis, permite diversas adaptações. Se equipado com os sensores adequados, pode servir também para a detecção de vazamentos de gás ou água, presença de pessoas no local ou concessão de permissão de acesso. \"Conhecendo as condições da unidade de produção em tempo real, pode-se, quando da ocorrência de qualquer fator de risco, fazer o controle do ambiente remotamente”, afirma Resende.<br\/> <br\/>","date_published":"2024-06-29T20:15:00.000000+00:00","image":"https:\/\/t6.al\/1THY.avif"}]}